Eu sinto uma mão gelada no meu coração, que está tentando arrancá-lo e perturba minha mente. No meu rosto sinto a alma saindo em gotas. São secas rapidamente.
Ao passar a própria mão no rosto para retirar o pouco que tinha. Por alguém não presente. Qual a presença retira a mão gélida.
E a mão fica quente e essa vira duas, que por vez encontram-se em minhas costas e não sinto a alma pingar, nem mesmo sinto o fluxo pelos olhos pois estão fechados no momento de fervor e segurança, na presença de outra alma para acompanhá-lo e agradecer pelo momento de calor aconchegado aos braços do maior presencial e profundo olhar sem ser preciso abrir as pálpebras .
As almas se encontram ao trocar calor e no movimento do corpo, afeiçoando os dois em curso perfeito nos lindos jardins da serenidade.
Bryan Carvalho.
Há 6 anos, 12/29/2014.
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